Palavras da Ana-Experiência nova

Oi pessoal,

Esses dias estou tendo uma experiência nova e muito maravilhosa.

Como muitos sabem, a Ezenete tem cuidado de crianças em situação de risco, que são trazidas a ela pelo Conselho Tutelar. É a Casa Samuel, onde algumas ficam muito tempo, outras pouco, e são encaminhadas para adoção ou voltam para suas famílias de origem quando estas se tornam aptas a recebê-las e cuidar delas novamente.

Além deste cuidado diretamente com as crianças, a Zê tem ajudado `as mães através do AMGI – Auxílio a Mulheres com Gravidez Indesejada. Assim, muitos bebês que seriam abortados têm vindo ao mundo com todo amor, provisão, e o Evangelho tem alcançado muitas famílias.

Desde sexta feira 18/6, a Zê está cuidando de mais uma menininha, que chegou com apenas 11 dias de vida, cuja mãe está se recuperando do vício das drogas e quase perdeu a tutela da filha. Como a mãe deseja muito vencer esse vício e ficar com a menina, o Conselho deu a ela uma chance. A mãe, ainda no hospital contou para a Conselheira e para uma enfermeira evangélica, que havia assistido a uma mulher da Igreja Batista pela TV, e que poderia ajudá-la. E foi assim que a Conselheira e a enfermeira crente foram até a Lagoinha e `a Estância Paraíso, onde se encontraram com a Zê e lhe contaram a história da pequena Ana Luiza.

A bebê ainda pesa apenas 2 quilos, e a médica indicou que ela fosse amamentada ao peito ao menos uma vez por dia para ajudar na sua recuperacão e ganho de peso. Eu me dispus. Foi interessante o que aconteceu, pois na manhã de Domingo, antes que a Zê me perguntasse se eu a amamentaria, eu fui levada pelo Espírito Santo a interceder pela mãe da tal menina, de quem eu havia apenas ouvido falar. E `a noite, a Zê me ligou, e me trouxe a bebezinha. Cri que aquela oração de manhã foi um sinal para mim de que eu deveria ajudar.

Segurar em meus braços outra criança, trazê-la junto ao seio, cantar para ela e ministrar amor e palavras de bênção, assim como faço com meu filho, foi muito especial. Confesso que não é natural, mas orei e pedi a Deus que eu pudesse transmitir não apenas o leite, mas algo mais para a vida da pequena menina.

Ainda não sei quanto tempo a amamentarei. Mas farei de cada oportunidade um momento de orar pela Ana Luiza, de abençoá-la, de pedir a Deus por sua mãe, por sua total restauração. E enquanto isso, vou aprendendo um pouco mais sobre o amor de Deus, que nos acolheu tão incondicionalmente.

Ana Luiza e tantos outros bebês e crianças chegam sem nenhuma roupinha senão a do corpo. Vamos nos unindo e buscando prover o enxoval e toda a assistência de que elas precisam. Se alguém desejar ajudar, por favor faça sem hesitar. O telefone do AMGI é: 31 3421 11 69 e da Casa Samuel é: 31 8322 79 07.
http://www.diantedotrono.com.br/blogdaana/index.htm